“Homo sum: nihil humani a me alienum puto” (Sou homem: nada do que é humano me é estranho)  (Publio Terêncio Afro) Em junho de 2020, ainda no começo da Pandemia, com de 50 mil mortos, escrevi um texto “agradecendo” Bolsonaro, por ser exatamente o que sempre foi, de não enganou […]

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