2.000 Publicações.


2.000 posts: Um grande feito para este blog.

Chegar aos 2.000 posts é um grande feito muito, muito maior do que um dia poderia imaginar. Não é apenas uma marca enorme, é algo inexplicável, foi acontecendo. E mentalmente tento lembrar de como cheguei aos 10, 50, depois 100, parecia que estava bom demais, e que aventurar não tinha mais para onde ir, naquele instante, já se passara um ano e meio, maio de 2011, era o meu limite, nem pensava mais que isso.

A questão era que tinha gostado da brincadeira, meus amigos e amigas, como Ricardo Queiroz, Marinilda Carvalho, Lufeba, Maneco, José de Abreu, Maria Salete, Esper Leon, iam provocando, incentivando e fui mais à além do que realmente imaginara. Fui incorporando mais temas, tentando corrigir os erros de português, o formato, a apresentação e perseguindo uma linguagem que fizesse sentindo, primeiro, para mim mesmo.

A grande virada aconteceu com a série Crise 2.0, já na casa nova, no domínio definitivo, com hospedagem independente. E avançando para pesquisas, demandas sempre ao meu gosto pessoal, pois o blog autoral não cabe se sujeitar aos temas impostos, pelo menos para mim, não funciona. Escrever sob demanda, por obrigação não é minha praia, posso até escrever algo sobre conjuntura, no calor da luta e das polêmicas gerais do momento, mas não por que seja obrigado.

O Blog avançou para além dos resumos e resenhas de livros, passei a escrever sobre filmes, músicas, das coisas que me dão muito prazer e que gosto de registrar, eventualmente, pode ser que alguém queira saber sobre um livro, pode ajudar, incentivar que leiam, ou a ver um filme, ouvir aquela música, movimento musical, mas não há compromisso e rigor de crítico, apenas a visão o que consegui entender, o que me tocou e que pode me deu prazer. As versões e novas interpretações, de que tanto gosto. Traduções diferentes de livros, ou novas filmagens, também me encantam.

O Blog serviu de tribuna para defesa de teses políticas, de contribuição para leituras de clássicos políticos, sem necessidade de agradar a ninguém, mas não descolado de uma visão de mundo que faz parte da minha trajetória de vida militante. Trouxe ao debate a questão da Crise em Marx, afastando de visões de crise terminal ou de crise permanente, tentando compreender os elementos fundamentais da luta de classe hoje e a necessidade da ruptura com o sistema capitalista.

Esse blog tem lado político, defende os Direitos Humanos, combate a homofobia, luta contra o machismo (inclusive do editor), contra o Racismos e contra toda forma de opressão, defende os mais vulneráveis, e se põe à serviço da Classe trabalhadora e do povo.

Obrigado a quem me leu, ajudou, criticou, debateu, divulgou, torceu, sofreu junto nos meus momentos mais sombrios, foi solidário, amigo.

Saudades imensas de Lufeba, Senshop, Vange Leonel, Longo, claro, do meu pai, Pedro Rocha, do cunhado José Francisco, do meu querido sogro, Joaquim Alves Neto e da minha Letícia Rocha.

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