Guedes, O Radical Neoliberal Que Destrói o Brasil … E Faz Piada.

O Tiozão do Pavê e suas declarações preconceituosas revelam o ódio de Classe.

“empregada doméstica estava indo para Disney, uma festa danada” (Guedes, Paulo)

A indignação não deve ser moralista. Paulo Guedes é uma espécie de tio do Pavê que virou o Czar da Economia, tem ódio de CLASSE aos pobres. É o retrato cruel do que o Brasil está se tornando, um país sem futuro para a imensa maioria da população, da Uberização do trabalho, da perda dos direitos fundamentais e da explosiva exclusão social. O Coringa preside o Estado Gotham City, esqueçam Batman, o Estado de Direitos, ruiu.

O Brasil definitivamente entrou nos trilhos da revolução neoliberal mundial, a parte que nos cabe nesse latifúndio, está sendo bem engendrada agora. Mesmo FHC com todas as medidas neoliberais tomadas não foi tão a fundo, os governos petistas, em certa medida não se opuseram às políticas neoliberais, preferindo ações compensatórias a elas, o que de certo modo, inviabilizou o projeto preferencial do Kapital.

O GOLPE, em 2016, depois de três anos de intensa mudança de humor mundial da nova Direita, teve como virada nas tais jornadas de junho de 2013, que derrotou a experiência petista, a reeleição de Dilma, foi a última lufada de ar, porém, seu segundo governo já nasceu natimorto, a tentativa de um novo acerto com o Kapital pondo Joaquim Levy foi a gota d´água,  causando o fim de apoio tanto à Esquerda, quanto à Direita.

A ascensão do inepto Temer, deu o tom com os ataques aos Direitos, em nome do combate à corrupção, era apenas um ensaio, para a transição que estava deveria vir, a exigência do Kapital para que radicalizasse todas as medidas de política econômica rumo ao paraíso neoliberal.

Ao Kapital não restou nenhum pudor ou culpa moral, se a família de Bolsonaro é ligada aos milicianos, se ele é um político medíocre, ligado à defesa da ditadura e de toda sorte de escatologia, de ódio às mulheres, aos homossexuais, ou de sua estranha conversão aos valores evangélicos.

Nada disso importa, o projeto é claro, destruir qualquer sombra de Estado de Bem-Estar Social, o mais capenga que se possa ter tido no Brasil.

O Kapital tem seu homem, Paulo Guedes, o resto é distração ao estilo de Bannon, o mago da Direita, que trabalha a imagem e comportamento de figuras histriônica como Trump e Bolsonaro. Torna-os populares, aceitáveis, os seus arroubos escatológicos são transformados em diversão, um show stand up comédia permanente. Pão e circo, nunca esteve tão em moda, mesmo sem pão.

As falas boçais, antes destinadas apenas ao núcleo familiar perverso, vai naturalmente sendo usado pelo governo como método de ação, de Damares ao Ernesto Araújo, passando por Moro e Weintraub, todos à vontade para “divertir” seu público, meio zumbi, vivendo na desgraça completa, sem se dar conta do tamanho do buraco em que se meteram.

Guedes é o mal naturalizado, uma formação de vasto calibre, o auge na escola de Chicago, dos abutres que quebraram as defesas de regulação nos EUA e no mundo, o neoliberalismo. As características especiais de Guedes incluem ódio aos pobres, ao povo e à Democracia, fã confesso de Pinochet de quem disse ter sido colaborador, com orgulho.

O Tiozão do Pavê e suas declarações preconceituosas revelam o ódio de Classe.

A mídia o venera, é quase um poder paralelo, dividido com a primeira família, Guedes é um para-raio o caos desse desgoverno, e com as mãos livres, vai fundo na destruição do Estado, da economia e a política, será que depois pagará seu jatinho e se manda de um país destruído, como já ameaçou tantas vezes?

Até quando?

O céu, ou inferno, é o limite.

admin

Nascido em Bela Cruz (Ceará- Brasil), moro em São Paulo (São Paulo - Brasil), Técnico em Telecomunicações e Advogado. Autor do Livro - Crise 2.0: A Taxa de Lucro Reloaded.

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